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22 de mar. de 2010

Quando a única opção é superar

No finalzinho do ano de 2007, às vésperas do reveillon, eu caí, literalmente, de cara no chão. Lembro com dolorosa clareza a sensação de ter perdido a sensibilidade do pescoço pra baixo, assim como do alívio que senti quando, ao ser levantada do chão por meu marido, eu senti uma dor lancinate me corroer a coluna, me provando que eu não sairia daquela aleijada. O que ficou, dessa queda, foi um decréscimo ainda maior dos movimentos de meu pescoço (pois minha 7.a vértebra ficou comprometida), além de dores terríveis (como se eu tivesse poucas com que me preocupar...). Recentemente ouvi de alguém assim: "poxa, não sei como você ainda consegue rir de uma situação dessas!" Bom, eu não tô aqui pra servir de exemplo de vida pra ninguém, mas me reservo o direito de atuar como testemunha: testemunha de que ainda que as dores existam (todo mundo as tem, é ou não é?) é possível, sim, sorrir - ou melhor: rir! Rir da, na e com a vida, antes que ela nos faça de lesos e ria da gente. Vamos ser felizes que é melhor!!!

Bom, e pra seguir com minha linha "ser feliz apesar de tudo", larguei de mão a dor no pescoço que tem me assolado desde quinta-feira, sentei à frente do pc e graficulei essas 3 menininhas foufas, que certamente irão fazer a felicidade de quem quer bordar pra presentear, pra vender - não importa qual seja o objetivo, o ponto cruz sempre dá uma mãozinha! E como são gráficos voltados pra meninas, também era uma idéia ensiná-las a bordar, que tal? Cabecinha nova é excelente campo pra criação de trabalhos ma-ra-vi-lho-sos, hein? ;-)
Bjos, moçada, boa semana!

PS.: Gente, ainda tá rolando a rifa da Soraya, são 7 peças maravilhosas (que eu tô dooooooida pra ganhar! rs), clique AQUI pra participar!

2 de dez. de 2009

O dia em que me divorciei do Twitter por causa do Dihitt

Na verdade, não houve um dia certo, acho que aconteceu como nos velhos tempos: à primeira vista! A primeira vez que li sobre o Dihitt eu fiquei meio desconfiada, nome esquisito, aparentemente sem significadoalguma. Mas como esse encontro se deu lá no Adelson, em quem eu deposito grande confiança, fui lá, me cadastrei e passei a acompanhar algumas pessoas, e, como é praxe nas minhas visits, comentr, aqui e ali.
O Dihitt não é apenas uma “rede social”, ele é um agregador nos mais diversos sentidos desta palavra. Além do habitual círculo de amigos que aumenta, o seu conhecimento também recebe grande contribuição no site. As notificas vêm das mais variadas fontes e é possível, então, decidir qual ler na hora que for possível, depois comentar e/ou votar. O Dihitt também possui um sistema de ranking, que te dá pontos por cada ação sua – pontos positivos e negativos, o que vai definir isso é a sua ação. Porém, não fica no ar aquela briga desenfreada por uma posição mais elevada no ranking. Pra vocês terem idéia, artigos meus já receberam votos de quem ta lá em cima, sendo que minha posição ainda tá pra lá de 14000 e lá vai terereca. No Dihitt a competição é intensa, mas saudável. Parece uma utopia, mas é a mais pura realidade, e isso é maravilhoso!
Ok, ok, eu posso estar exagerando, tem outros sites que fazem a mesma coisa por aí: tem o... bom, tem também o.... ah! O fato é que orkuts, twitters, facebooks e agregados não agregam nada, a não ser mensagens chatas (algums ininteligíveis!). Não produzem nem incentivam o saber, é só “hoje vou pra balaaaaaaaada, oh yeaaah!”, ou a pérola “vou viajar, que tudo!”.
Eu tenho Orkut, me reservo este direito pra poder circular entre a minha família e uns poucos amigos. Devo ir por lá uma vez por ano, no Natal (ta chegando a hora!). Outro dia quase não consigo entrar por não lembrar mais da senha. Agora o Twitter eu entrei de gaiata e estou saindo de enjoada mesmo. Alguém pode me dizer a graça que tem em contar sua vida em 140 caracteres? Ainda mais alguém como eu, que sou prolixa por natureza! Nem mesmo pra divulgar meu blog esse serviço serve (desculpem a aliteração), então decidi que não vou mais ali, e tenho certeza de que não vou fazer muita falta – ninguém fala com ninguém mesmo, a não ser com o próprio bluebird, portanto...
Peço, então, Sr. Juiz, o divórcio do Twitter, porque meu coração já pertence a outro: o mui digníssimo e bem mais excelentissimo - Sr. Dihitt! :-P

E os gráficos de hoje são de (duvido alguém aí adivinhar!)... AMOR!!! rs
Bjos a todos!


21 de out. de 2009

BORDANDO PRAS NOSSAS MOCINHAS

Bom, meninas, depois de terminadas todas as nossas tarefas do lar, quando já arrumamos nossa casa, limpamos o lustre da sala de jantar, demos um jeito nos armários da cozinha e nas almofadas da sala, chegou a hora de olhar para nossos rebentos. Ou melhor, a rebenta! Quero ver, eu A-POS-TO se alguma mocinha de seus, digamos, 13 a 15 anos, quando vir esses pingentes, não vão se esmerar em aperrear a mamãe pra bordá-los. Com certeza elas vão querer colocar nos cadernos, nas agendas ou marcando seus romances (os apaixonados ou mesmo os Harry Potter). E é claro que a mãe que é amiga de sua filha, que lhe dá dicas de beleza super modernas e que lhe compra as melhores revistas de moda e beleza feminina não vai se negar a bordar todas as peças da menina... vai??? Vai nada!!! Vai é correndo pegar aquela cesta de linhas e pedacinhos de étamine que já iam ser aposentados e começar a realizar o sonho de sua mocinha. Vai bordar felicidade – pra mãe e filha! :-D

Dicas: aquela que já dei antes: tecidos coloridos pra facilitar a vida das mamães, que podem ser encontrados aqui, e linhas maravilhooooooooooosas que você encontra bem aqui! E outra dica: quando eu ainda bordava, eu gostava muito de pegar motivos como estes, bordar, jogar cola plástica em cima pra impermeabilizar, recortar e pregar nos mais diversos objetos (uma espécie de decoupage), sem falar nos incríveis ímãs de geladeira que surgem de bons gráficos.





21 de set. de 2009

A melhor marca (The best mark)

Difícil alguém que não goste de ler, né? Eu gosto MUITO, a leitura tanto é um dos meus passatempos favoritos como é parte fundamental do meu trabalho. A maioria dos livros que eu leio em um ano são sempre direcionados a alguma área da vida acadêmica de alguém: Psicologia, Direito, Serviço Social, Administração, Pedagogia, Filosofia e até Ciências Econômicas. Mas pra me distrair eu leio romances daqueles melequentos, alguns best-sellers, até em poesia - que não é definitivamente a minha praia - eu ando me aventurando... rs. Mas e pra não se perder na leitura, o que vcs fazem? Eu uso marcadores de livros, alguns feitos por mim mesma, mas quando não tenho eu uso até papel de saco de pão - tudo pra não dobrar a pontinha da página de um livro, coisa que eu acho um crime inafiançável!!! Então, por que não deixar sua marca, bordando alguns marcadores super coloridos e cheios de efeitos, como estes abaixo? É só respirar fundo (eles estão grandes, eu sei, mas tem livros que são enoooormes, não tem? Poisé! rs), se armar de Dohler, Anchor Mouliné e Groz Beckert e pôr mãos à obra!


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